segunda-feira, 9 de maio de 2011
Recado do Universo

E então, como se pode ver aquela máscara que ele usa de vez em quando, não para inspirar medo em você, mas para escondê-lo de si próprio.
Aaaaaahhhhh...
O Universo
www.tut.com - Trad. de Claudia Giovani/11
domingo, 1 de maio de 2011
Células tumorais expostas à "Quinta Sinfonia", de Beethoven, perderam tamanho ou morreram
Atenção: A 5a. Sinfonia de Beethoven tem meia hora de duração, não é somente esta parte indicada na reportagem.
Células tumorais expostas à "Quinta Sinfonia", de Beethoven, perderam tamanho ou morreram
Publicada em 29/03/2011 às 09h02m
A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.
- Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo - ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.
Clique aqui para ouvir a Quinta Sinfonia
Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.
O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição "Atmosphères", do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a "Sonata para 2 pianos em ré maior", de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.
- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o "efeito Mozart", um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal - pondera a pesquisadora. - Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.
"Atmosphères", diferentemente da "Quinta Sinfonia", é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?
Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade.
Em abril, exposição a samba e funk Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.
- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora.
Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.
A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.
- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A Aceitação - Dugpa Rinpoche
As contingências da vida não são teus adversários, mas teus aliados. Aprende a recebê-las, mesmo quando te transtornam. A aceitação é a forma mais elevada de Amor. É o «sim» definitivo à experiência sagrada da vida.
Quando tu andas, abandona-te à estrada, com o espírito calmo, sem tensão nem agitação. A marcha é regeneradora. Utiliza-a como uma meditação.
O corpo físico é uma prenda suprema que deves proteger e respeitar. É chamado «corpo precioso» nos ensinamentos do Vajrayana. Toma consciência do milagre da tua existência.
Pergunta-te a ti próprio: «Como posso ajudar os outros?». Reencontra o dom da atenção e da afeição, então os outros crescerão contigo, e conhecerás a alegria e a plenitude do coração.
Abandona-te ao amor, mesmo se não lhe conheceres a finalidade misteriosa. Libertar-te-á do teu medo e cobrirá de sol todos os teus atos.
Aquele que encontrou o seu lugar é semelhante à árvore. Ganha raiz e não se desloca mais.
Afirma positivamente o mundo nos teus atos e nos teus pensamentos. Considera toda a criação com respeito e encantamento.
Felicidade do nômade: aquele que caminha enraíza-se a cada passo que dá. Tem o seu lugar onde quer que se encontre. Renova o amor deslocando-se.
Aceita o mundo tal como é realmente e não como ele se apresenta.
A aceitação de si e a aceitação dos outros são as duas faces de uma mesma moeda. A mesma riqueza.
Aprende a relaxar a tensão dos nervos, a controlar a respiração e o bater do coração, a ver flutuar as sensações sem procurar retê-las. Treina-te ao abandono do corpo e do espírito, se quiseres ganhar o mundo. Só se recebe o que se aceita perder.
Abandonar não quer dizer esquecer, mas tornar presente, sem amarras nem laços. É um ato de libertação. Afrouxam-se os laços, e o mundo que nos rodeia deixa de estar deformado pelas nossas obsessões, os nossos fantasmas. Torna-se de novo livre.
Não deves suportar a tua vida, mas levá-la. Só o amor é capaz de um tal prodígio.
O relaxamento é uma das primeiras formas de abandono. O corpo deixa de lutar contra a atração terrestre. Abandona-te à gravitação, como o fazem todos os astros e todos os corpos celestes.
Relaxar não quer dizer tomar repouso, isolar-te do tumulto ou do barulho, mas acolher o mundo, preparar-se para o receber.
O desapego não é a supressão, a sepultura. Pede uma presença constante no mundo, uma proximidade cada vez maior dos outros, sem intenção, gratuitamente.
Em certas circunstâncias, a vida entrega-se a nós por surpresa, para nos maravilhar. Surge por vezes onde menos se espera; em casa do estrangeiro, ou em casa do teu inimigo. É preciso largar carga, para subir mais alto.
A aceitação oferece um risco muito maior do que o simples fato de amar. Aquele que se abandona não se contenta apenas com amar. Dá-se a si próprio a audácia de o fazer. Empenha-se numa grande aventura.
Aquele que abandona não renuncia. Aceita. O abandono não é um reflexo egoísta, mas um dom de amor. Permite reencontrar os outros, autenticamente, atrás das máscaras, do artifício e da ilusão.
Abandonar-se significa tornar-se livre.
Aprende a renunciar ao que embaraça e faz obstáculo, para melhor acolher o outro. Retira tudo o que se opõe, protege, encerra - tudo o que pode ferir e incomodar o encontro com o outro.
Não nos abandonamos para nos entrincheirar contra o mundo, mas para acolher a alegria, no meio do mundo. Perdendo o inútil, reencontras o essencial.
Abandonar-se ao mundo exige uma vigilância acirrada, um olhar de águia por cima do abismo. Aquele que se mantém constantemente em vigília deixa de cair.
DUGPA RINPOCHE
Recado do Universo

A principal coisa que aqueles que já "passaram" gostariam de dizer aos que ainda não "passaram" é que, depois de superar o choque de haver chegado com segurança - completamente intacto, tranquilo como nunca e banhado em amor - o que mais se sente falta da Terra, depois do sorvete, é o cativante romance com a incerteza.
Ah sim, você vai sentir.
O Universo
www.tut.com - Trad. de Claudia Giovani/11
terça-feira, 19 de abril de 2011
Faça NADA Por Dois Minutos
terça-feira, 12 de abril de 2011
Uma existência sem problemas?
Como gostaram da minha resposta, resolvi colocar aqui porque pode ajudar mais gente.
Minha resposta:
Sabemos que não existe capeta algum, é só um ponto vista. O negativo não existe, somos nós que qualificamos um acontecimento como positivo ou negativo. Bem como, problemas não existem.
Existem situações mais ou menos desafiantes, e estão estimulando o seu próprio potencial de levantar da rede de balanço e fazer alguma coisa. Um mundo sem tais situações é um mundo na rede de balanço ou nas nuvens tocando harpas.
Sinto muito, mas se chegar a esse mundo em pouco tempo estará sofrendo de depressão. É uma caca não ter nada para pensar, para fazer, para sentir, para resolver, para criar. Podemos refinar tudo isso, mas acabar? É o mesmo que acabar com o movimento criador do Universo!
Somos feitos da mesma energia CRIADORA que cria Universos, portanto somos criadores e criativos. As situações nos levam a usar nossos poderes mais básicos. Acabar com isso é acabar com o Universo!
Nada de ruim acontece quando aprendemos a ver o quadro todo que vai muito além do nosso umbigo. Somos uma coletividade de umbigos, cada qual voltado para si mesmo, emitindo pensamentos (leia-se vibrações) sobre isso ou aquilo. E estamos aprendendo, através de situações estimulantes, a perceber que existem muitos outros umbigos envolvidos numa criação. E aprendendo que se nos unirmos em algo como um umbigão comum temos mais força e criaremos mais daquilo que nos faz bem agora.
Pequenas estrelas colidem para formar uma estrela maior e mais potente. A colisão é negativa? Tudo é ponto de vista. E esse ponto de vista depende de onde você está.
Os hindus dizem que a Energia Criadora se expande como os raios do sol. À medida que esses raios vão se distanciando da fonte, começam a “achar” que têm vida própria, independente de qualquer fonte. E assim nasce a visão de muitos até hoje: “A Fonte está lá no céu e eu aqui. (Caraca! Bem folgada essa Fonte. Eu fico ralando
e ela não faz nada para me ajudar!)” E assim nasceu o véu da ilusão, o véu de Maya: nasceu a separação: Eu e o Pai NÃO somos Um.
Pois bem, do ponto de vista vantajoso da Fonte, está tudo certo e indo muito bem, seus raios continuam se expandindo, criando novas situações, se aventurando onde nunca antes estiveram!
Do ponto de vista da criatura, cega pelo véu de Maya, está tudo mal! É só problema atrás de problema e aquele cara lá de cima, em vez de me ajudar, vive de SPA em SPA!
Compreende como o nosso ponto de vista é limitado? Não vemos a Fonte nem nos sentimos parte indispensável dela.
Compreende que a Fonte de Energia Criadora não tem a menor intenção de lhe criar problemas, ou lições para você evoluir? E que aquilo que vemos como problemas são apenas situações que estão nos levando cada vez mais a mudar o nosso ponto de vista?
Portanto, anja, ser feliz é uma escolha. Você pode ser feliz a partir de agora. Ter problemas é uma escolha, você pode se sentir estimulada com as novas situações a partir de agora. Não gostar da criação de outras criaturas é uma escolha, você pode começar a amar as criações que provocam novas situações a partir de agora.
Sim, existirá um tempo quando não haverá dualidade, mas não significa que não haverão situações estimulantes. Quando você criar esta realidade não-dual para você, seu ponto de vista será tão vantajoso quanto o da Fonte, mas a expansão – e novas situações – continua. Por que? Porque a Energia é Criadora! Ela não sabe parar de criar, é da natureza dela criar eternamente e sempre haverão estrelas que vão colidir.
- Claudia Giovani