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domingo, 3 de agosto de 2014

A MUDANÇA E O EFEITO DO CENTÉSIMO MACACO

A MUDANÇA E O EFEITO DO CENTÉSIMO MACACO

MENSAGEM DE OWEN WATERS

3 de Agosto de 2014.


A Mudança é o despertar do coração da humanidade. Esta transformação da consciência, a maior já registrada, se tornou primeiro evidente nos meados da década de 60 e esteve criando a dinâmica desde então.
A Mudança é uma transformação coletiva que consiste da soma dos passos de cada indivíduo na Nova Realidade. Cada pessoa, em seu próprio tempo, está avançando para um estágio da consciência que trás um panorama mais amplo e uma percepção que brota do coração. Quando  a atenção principal das pessoas se tornar focada através do seu chacra cardíaco, então o efeito do centésimo macaco irá ocorrer.

O Efeito do Centésimo Macaco foi introduzido pela primeira vez  pelo biólogo Lyall Watson em seu livro de 1980, “Lifetide”. Ele relatou que primatólogos Japoneses, que estiveram estudando os macacos na década de 50, tinham se deparado com um fenômeno surpreendente.

Seu livro foi logo seguido por um trabalho profundamente inspirado por Ken Keyes, em 1981, chamado “O Efeito do Centésimo Macaco”. Neste, Ken Keyes fez um apelo apaixonado pelo término da Guerra Fria e a sua política de destruição mutuamente assegurada. Aqui, nas palavras de Ken Keyes, está uma descrição dos elementos fundamentais do Efeito do Centésimo Macaco: A macaca japonesa Fuscata havia sendo observada na natureza por um período de mais de 30 anos.

Em 1952, na Ilha de Koshima, os cientistas estiveram fornecendo batatas doces que caíam na areia. Os macacos apreciavam o sabor das batatas doces cruas, mas achavam o sabor da areia desagradável.
Uma macaca fêmea de 18 meses, chamada Imo, descobriu que poderia resolver o problema lavando as batatas em um riacho próximo. Ela ensinou este truque a sua mãe. Seus companheiros também aprenderam esta nova maneira e eles ensinaram também as suas mães.
Esta inovação cultural foi gradualmente assimilada por vários macacos diante dos olhos dos cientistas.

Entre 1952 e 1958, todos os jovens macacos aprenderam a lavar as batatas doces, tirando-lhes a areia, para torná-las mais agradáveis ao paladar.
Somente os adultos que imitaram os seus filhos aprenderam esta melhoria social. Outros adultos continuaram a comer as batatas doces com areia.
Então, algo surpreendente aconteceu. No outono de 1958, um certo número de macacos Koshima estavam lavando as batatas doces – o número exato não é conhecido.

Vamos supor que quando o sol nasceu uma manhã, havia 99 macacos na Ilha de Koshima que tinham aprendido a lavar as suas batatas doces.
Vamos supor ainda que mais tarde, naquela manhã, o centésimo macaco aprendeu a lavar as batatas.

Então, aconteceu!
Naquela noite, quase todos na tribo estavam lavando as batatas doces antes de comê-las.
A energia adicional deste centésimo macaco de algum modo criou um avanço ideológico!
Mas percebam:
Uma coisa mais surpreendente que foi observada por estes cientistas, foi que o hábito de lavar batatas doces tinha atravessado o oceano.
Colônias de macacos em outras ilhas e de  grupos de macacos do continente, em Takasakiyama começaram a lavar as suas batatas doces.
Portanto, quando um certo número crítico atinge a consciência, esta nova consciência pode ser comunicada de uma mente a outra.
Embora o exato número possa variar, este Fenômeno do Centésimo Macaco significa que quando somente um número limitado de pessoas tem conhecimento de uma nova forma, isto pode permanecer como patrimônio da consciência destas pessoas.

Mas, há um ponto em que se somente uma pessoa se sintoniza com uma nova consciência, um campo é reforçado, de modo que esta consciência é assimilada por quase todos.

Lyall Watson tinha anteriormente pesquisado e montado a história, a partir de depoimentos disponíveis dos pesquisadores de primatas. Pelo fato do fenômeno ter surpreendido muito os pesquisadores, eles não contaram quantos macacos desencadearam este efeito. Assim, Watson propôs um número arbitrário de noventa e nove macacos, e disse que mais um, o chamado centésimo macaco, proporcionaria então a massa crítica da natureza necessária para desencadear o efeito.

O novo padrão de comportamento se espalhou pela maioria, mas não para todos os macacos. Os macacos mais velhos, em particular, permaneceram firmes em seus padrões de comportamento e resistiram à mudança. Quando o novo padrão de comportamento subitamente apareceu entre os grupos de macacos em outras ilhas, somente alguns macacos naquelas ilhas assimilaram a nova ideia. Aqueles mais receptivos às novas idéias começaram a imitar o novo comportamento e o demonstraram para os mais jovens impressionáveis. Assim, eles também começaram o seu próprio caminho em direção ao seu eventual efeito do centésimo macaco.

Como o efeito do centésimo  macaco funciona
O mecanismo para esta transferência de idéias funciona da mesma maneira que os macacos, para todos os seres sensíveis. Existimos em uma atmosfera global de consciência – um cinturão da mente. O cérebro humano está recebendo e transmitindo constantemente imagens e informações para e desta atmosfera mental em que estamos imersos.
O cinturão da mente, também conhecido como inconsciente coletivo de Jung, não deixa de funcionar porque alguns céticos não gostam dos seus efeitos. Ele funciona da mesma forma, sempre, transmitindo informação de um indivíduo para outro, com base em sua frequência comum de consciência. Se os macacos progressistas tivessem uma nova idéia, assim também teriam outros macacos progressistas em outras ilhas. Eles ressoavam na mesma frequência de consciência.

As invenções, muitas vezes, ocorrem ao mesmo tempo pelos inventores que não estão em contato físico com o outro. Por exemplo, em 1941, Les Paul projetou e construiu a primeira guitarra elétrica de corpo sólido, exatamente quando Leo Fender dos Instrumentos Musicais Fender, estava fazendo exatamente a mesma coisa.

Alguma vez vocês já tiveram uma idéia e, então, viram outras pessoas expressarem ou usarem esta idéia? Vocês provavelmente disseram: “Ei! Eu pensei nisto primeiro!” Bem, é assim que o cinturão da mente funciona. É uma atmosfera que vocês compartilham com todos os outros seres sensíveis, mas vocês entram em sintonia, especialmente, com os temas e frequências específicos da mente que mais lhes interessam.

O que isto significa

Quando um número suficiente de pessoas tiver passado pela sua versão pessoal da Mudança para a nova consciência, então, uma massa crítica se formará, e, subitamente, todos se conscientizarão da Nova Realidade e de seus valores centrados no coração.

Este é o dia em que os valores centrados no coração se tornarão o foco do pensamento diário para a grande maioria das pessoas. Este é o dia em que a humanidade começará a olhar para trás no que mudou e compreender que uma grande mudança ocorreu, que será simplesmente chamada de A Mudança.

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

terça-feira, 24 de maio de 2011

A Teoria do Centésimo Macaco

~ O Centésimo Macaco ~

Nota: Para pesquisar o assunto, consultar a
obra do biólogo inglês Rupert Sheldrake sobre campos morfogenéticos.
(Este acontecimento pode ainda, subjetivamente, ser detectado na obra: A Matriz Divina de Gregg Braden (física quântica). Autor também do best seller: O Código de Deus)


O macaco japonês Macaca Fuscata vinha sendo observado há mais de trinta anos em estado natural.

Em 1952, os cientistas jogaram batatas-doces cruas nas praias da ilha de Kochima para os macacos.

Eles apreciaram o sabor das batatas-doces, mas acharam desagradável o da areia.

Uma fêmea de um ano e meio, chamada Imo, descobriu que lavar as batatas num rio próximo resolvia o problema. E ensinou o truque à sua mãe.

Seus companheiros também aprenderam a novidade e a ensinaram às respectivas mães.

Aos olhos dos cientistas, essa inovação cultural foi gradualmente assimilada por vários macacos.

Entre 1952 e 1958 todos os macacos jovens aprenderam a lavar a areia das batatas-doces para torná-las mais gostosas.

Só os adultos que imitaram os filhos aprenderam este avanço social.

Outros adultos continuaram comendo batata-doce com areia. Foi então que aconteceu uma coisa surpreendente.

No outono de 1958, na ilha de Kochima, alguns macacos – não se sabe ao certo quantos – lavavam suas batatas-doces.

Vamos supor que, um dia, ao nascer do sol, noventa e nove macacos da ilha de Kochima já tivessem aprendido a lavar as batatas-doces. Vamos continuar supondo que, ainda nessa manhã,um “centésimo macaco” tivesse feito uso dessa prática.

Então aconteceu!

Nessa tarde, quase todo o bando já lavava as batatas-doces antes de comer.

O acréscimo de energia desse centésimo macaco rompeu, de alguma forma, uma barreira ideológica!

Mas veja só:
Os cientistas observaram uma coisa deveras surpreendente:


O hábito de lavar as batatas-doces havia atravessado o mar. Bandos de macacos de outras ilhas, além dos grupos do continente, em Takasakiyama, também começaram a lavar suas batatas-doces. Assim, quando um certo número crítico atinge a consciência, essa nova consciência pode ser comunicada de uma mente a outra.

O número exato pode variar, mas o Fenômeno do Centésimo Macaco significa que, quando só um número limitado de pessoas conhece um caminho novo, ele permanece como patrimônio da consciência dessas pessoas. Mas há um ponto em que, se mais uma pessoa se sintoniza com a nova percepção, o campo se alarga de modo que essa percepção é captada por quase todos!

Você pode ser o centésimo macaco!

Essa experiência nos proporciona uma reflexão sobre a direção de nossos pensamentos.

De certo modo, já sabemos que para onde vai o nosso pensamento segue a nossa energia.

Grupos pensando e agindo numa mesma freqüência em várias partes do Planeta têm as mesmas sensações e acabam fazendo as mesmas coisas sem nunca terem se comunicado.

Isso vale tanto para aqueles que praticam o bem como para aqueles que usam de suas faculdades para o mal.

O acréscimo de energia, neste caso, pode ser aquela que você está enviando com o seu pensamento sintonizado na freqüência do crime noticiado que gera comoção geral.

Parece coincidência, mas sempre que um crime choca e comove multidões, de imediato outros fatos semelhantes pipocam em diversos lugares.

Será isso o efeito do centésimo macaco às avessas?

Ao invés de indignar-se diante do crime noticiado, direcionando inconscientemente seu pensamento e sua energia para essas pessoas ou grupos que se aproveitam dessa energia toda para materializar mais crimes, neutralize com pensamentos conscientes de amor e perdão.

Mude de canal na TV, vire a página do jornal, saia da freqüência e não alimente ainda mais a insanidade daqueles que tendem para o crime, e, também, daqueles que lucram com as desgraças alheias.

São todos igualmente insanos, tanto aquele que pratica o crime quanto aquele que esbraveja palavrões de indignação por horas diante das câmeras, criando comoção e levantando a energia que se materializará nas mãos daquele que está com a arma já engatilhada.

Gerar material para construir um mundo melhor não requer tanto de grandes ações, quanto essencialmente grandes blocos de consciência.

É preciso que mais gente se sintonize na freqüência e coloque aquele acréscimo de energia que pode gerar uma nova consciência em outros grupos, em outras partes do Planeta.

Se cada um de nós dedicarmos alguns minutos todos os dias para meditar, entrando em sintonia com a freqüência do amor, basta para mudar muitas coisas desagradáveis acontecendo em nosso Planeta e criar uma nova consciência.

Seja você também um “macaco”!
PARA O BEM!


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