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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

OITO MANEIRAS DE OUVIR O QUE O SEU CORPO QUER


OITO MANEIRAS DE OUVIR O QUE O SEU CORPO QUER
Através de Louise Hay, Ahlea Khadro e Heather Dane
20 de Outubro de 2014.

A Intuição ou a sua voz interior está aí para apoiá-lo a se mover em direção ao seu bem mais elevado. Embora os sintomas sejam apenas uma maneira com que o seu corpo lhe fala, há muitas outras maneiras que o seu corpo ou a sua vida poderia lhe falar. Além disto, cada pessoa é diferente quando se trata de como ela consegue estes sinais.
Aqui estão algumas maneiras pelas quais a sua orientação interior pode lhe sinalizar:

SENTIMENTOS
Algumas pessoas se referem a eles como “intuição”, ou obter uma “boa ou má vibração”. Você pode não saber qual seja exatamente o sentimento: poderia ser muito vago, como algo que pareça ruim, desconfortável, ou “não adequado”. Ou maravilhoso, enaltecedor ou “adequado”.

EMOÇÕES
Semelhante aos sentimentos são as emoções, mas para alguns, elas têm diferenças sutis. Você pode experimentar uma emoção que pareça surgir inesperadamente. Talvez, você tenha pensado em algo ou alguém pouco antes que esta emoção se manifestasse. Ou, talvez, você entrasse em um local e sentisse a emoção. Embora as emoções, como os sintomas, parecessem como se elas fossem realmente nossas, lembre-se de verificar e ver como esta emoção está  lhe falando. Ela pode estar lhe dizendo que algo está ou não alinhado com o seu bem maior.
Há anos, por exemplo, Heather estava caminhando e, de repente, sentiu-se deprimida. Seu primeiro pensamento foi: Não estive deprimida há anos, assim, por que estou me sentindo desta maneira? Enquanto ela estava em sintonia, percebeu que não era sua a emoção – ela veio de uma mulher pela qual ela tinha acabado de passar, que estava sentada na varanda e falava ao telefone. Heather sentiu algumas coisas sobre esta mulher e a sua vida e lhe enviou a energia do amor.  A depressão desapareceu imediatamente. Naquele momento, Heather começou  a pensar em todos aqueles anos em que ela tivera depressão, perguntando-se o que realmente lhe pertencia e o que ela estava assimilando dos outros. Como você pode ver, se não aprendermos a diferença, poderemos ficar presos ou nos apegarmos às emoções que não são nossas.

PERCEPÇÃO EXTRA-SENSORIAL
A percepção extra-sensorial é uma categoria de habilidades intuitivas que inclui a telepatia (a capacidade de ler os pensamentos das pessoas), a clarividência (a capacidade de ver o que está acontecendo em outro lugar), a premonição (a capacidade de prever o futuro), a retrocognição (a capacidade de ver coisas que aconteceram no passado), a psicometria (a capacidade de tocar algo e obter informações), e a mediunidade (a capacidade de canalizar os espíritos).

SINTOMAS
Estes poderiam ser qualquer sensação física, tais como um formigamento, calafrios, energia, dor, “um buraco no estômago”, dores, leveza e assim por diante. Uma das maneiras mais fáceis para perceber isto, é ver como você se sente quando está com diferentes tipos de pessoas. Observe se você se sente normal (isto é, como você se sente geralmente), energizado, ou drenado. Se você se sentir consistentemente drenado com certas pessoas e observar mais atentamente como se sente em relação a elas, poderá perceber que elas não são adequadas para você. Alguns professores se referem a estas pessoas como “vampiros de energia”. Gostamos de considerá-las como não estando alinhadas com o que você precisa em sua vida.

PENSAMENTOS
Algumas vezes, você pode pensar em algo e é realmente a sua intuição que o está guiando. Um exemplo disto é quando Heather começou a se recuperar da bulimia. Ela iria perceber que ela pensaria na comida quando não estava se sentindo fisicamente com fome. Ela considerava isto como um comportamento alimentar desordenado, como se “ela não conseguisse parar de pensar em comida.” Em uma semana observando os seus pensamentos em relação a isto, ela compreendeu que após 30 minutos de ter um pensamento sobre o alimento, seu açúcar no sangue caía tão drasticamente que ela ficava em emergência de açúcar no sangue. Neste ponto, seu corpo estava com tanta fome que ela sentia como se nenhuma quantidade de alimento pudesse resolver a fome. O excesso de alimentação pode ser muito comum como uma forma de trazer o corpo de volta ao equilíbrio confortável, quando a taxa de açúcar no sangue fica muito baixa.
O que estava acontecendo é que o sistema digestivo de Heather não tinha se curado o suficiente para que o seu corpo tivesse os sinais corretos de fome, nas horas certas. Um inchaço em seu intestino delgado enviava um  sinal de plenitude quando o seu estômago estava realmente com fome. O que ela percebeu é que o seu corpo estava compensando os seus problemas digestivos, usando os seus pensamentos para enviar o sinal de “hora de comer”. Ela  começou a se alimentar quando ela pensava em comida, e isto funcionou maravilhosamente, até que o seu sistema digestivo ficasse curado.
Veja, nossos corpos nos amam! Quando julgamos os sinais que estamos obtendo como “errados”, ou “ruins”, nós perdemos a oportunidade de permitir que os nossos corpos nos guiem para uma melhor saúde.

PALAVRAS
Louise foi sempre incrível em ouvir as palavras que as pessoas usam e compreender como elas atuam em seus pensamentos e crenças. Ela viu o relacionamento entre como elas falam e como as coisas acontecem em suas vidas.
Ouvir as palavras que você usa, além das palavras que outras pessoas usam, é outra maneira que você pode obter uma intuição do que está ou não funcionando para você. Por exemplo: Você se encontra dizendo coisas como: ”Isto é muito difícil”. “Eu não suporto isto” “O corpo começa a enfraquecer aos 40 anos”, ou “Será que eles nunca me aceitarão?” Se você está dizendo coisas como estas, pode ser o momento para você observar os seus sistemas de crenças e ver como pode mudá-los, de modo que possa se amar mais. Lembre-se de usar palavras amorosas – seu corpo está ouvindo. Ouça as suas palavras: usar afirmações e fazer o trabalho do espelho pode ajudar a mudar os pensamentos que você tem e as palavras que usa para aqueles mais amorosos.

SONHOS
Para algumas pessoas, os sinais vêm nos sonhos. Sigmund Freud, o pai da psicanálise, acreditava que os sonhos se ligavam à mente inconsciente. De acordo com alguns pesquisadores, ele pode ter tido razão. Em um estudo, os amnésicos (aqueles que possuem uma perturbação da memória), sem a memória consciente do seu passado, teriam memórias do seu passado quando eles sonhavam. Estudos como este, levaram os cientistas a acreditar que quando sonhamos, estamos acessando partes do nosso cérebro que não usamos com frequência quando em vigília.
Se você não tem certeza de que medidas deve tomar em sua vida, peça antes de dormir que tenha um sonho sobre o próximo passo que você pode dar. Outra ótima maneira de trabalhar com os seus sonhos é anotá-los quando despertar e se perguntar qual é o significado que eles têm para você. Há muitos livros sobre interpretações de sonhos que você pode usar, se quiser aprender mais. Ao mesmo tempo, certifique-se de prestar atenção a estas interpretações, de modo que possa aprender a linguagem dos seus sonhos.

PADRÕES
Algumas pessoas obtêm sinais através de eventos recorrentes. Talvez, alguém que fale sobre um livro que ele gosta, e, então, mais duas pessoas comentam com você sobre este mesmo livro. Este tipo de padrão poderia ser um sinal para analisar o livro. Ou talvez, você continue a ter a mesma experiência inúmeras vezes, mas em situações diferentes.
Observe os padrões que continuam e acontecer em sua vida, sejam as circunstâncias que ocorrem, coisas que as pessoas continuam a lhe dizer, ou situações em que você continua se encontrando.Estes são sinais que podem ajudá-lo a agir em sua vida.

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yhoo.com.br

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O CORPO É UM ESPELHO DAS NOSSAS CRENÇAS




Por Louise L. Hay

Embora muitas pessoas me vejam como alguém com o poder de curar os outros, eu não curo ninguém.

Meu trabalho é ajudar as pessoas a compreenderem como seus pensamentos criam, constantemente, suas próprias experiências de vida - todas elas, tanto as boas quanto as que chamamos de más experiências.

Você já se viu indo para o trabalho remoendo ressentimentos em relação a um colega ou alimentando sua insegurança por causa de uma tarefa que lhe foi solicitada?

É um exemplo simples, mas que ajuda a entender o que afirmo. Se, em vez de pensar negativamente, você procurasse pensar nas razões que poderiam ter levado o companheiro de escritório à atitude agressiva, e imaginasse formas afetuosas de resolver o conflito, seu encontro com ele poderia gerar uma aproximação feliz para ambos.

Se, em vez de inventariar suas próprias falhas, você tomasse consciência de sua capacidade e repetisse para si que poderia realizar a tarefa solicitada com sucesso - pedindo ajuda se precisasse, provavelmente você a desempenharia com outro ânimo e competência.

Nossos pensamentos podem, da mesma forma, estar contribuindo para o bem-estar ou para o mal-estar de nossos corpos.

Não queremos ficar doentes e, no entanto, precisamos de cada doença que contraímos.

É a maneira que nossos corpos encontram para nos dizerem que estamos com uma ideia errada, com uma percepção falsa, e que precisamos mudar nossa forma de pensar.

Tenho uma amiga que precisou passar por uma pneumonia grave para concluir que era indispensável mudar seu ritmo de vida e fazer uma terapia que a ajudasse a rever seus relacionamentos.

Há pessoas que usam a doença como forma de não assumir compromissos, mantendo-se permanentemente numa situação fragilizada.

Cada doença é uma lição que precisamos aprender.

Por favor, não fique só reclamando: "quero me livrar desta doença."

Isso não vai trazer a cura que você deseja e você não vai aprender a lição de que necessita.

Não se coloque também numa atitude defensiva, como se a doença fosse uma espécie de acusação. Não se trata de condenar nem de sentir nenhuma culpa.

Tanto na doença quanto em qualquer situação de vida, o importante é observar o que está acontecendo conosco para entender o que precisa ser libertado e transformado.

Então eu lhe digo: é hora de se curar, de tornar sua vida e seu corpo íntegros, que significa que você deseja investir na sua saúde.

Eu sei que você tem, dentro de si, tudo de que precisa para conseguir isso.

Quando você começar a compreender o processo que leva à saúde ou à doença, será capaz de assumir o controle consciente das mudanças que deseja fazer.

É um processo muito emocionante que vai se tornar uma das aventuras mais felizes da sua vida.

Acredito que existe um centro de sabedoria dentro de cada um de nós e que, quando estamos prontos para fazer mudanças positivas, atraímos o que é necessário para nos ajudar.

Pode ter certeza de que alguma coisa dentro de você se transformou e o processo de cura já começou.

Pare um instante a leitura e diga em voz alta: Eu já comecei o meu processo de cura.

O corpo é um espelho das nossas crenças e dos nossos pensamentos mais íntimos.

O corpo está sempre conversando conosco. É preciso aprender a escutar o que ele tem a dizer.

Cada célula reage a cada pensamento seu, a cada palavra que você pronuncia.

Por isso, se prolongamos durante muito tempo determinadas formas de pensar e de falar, elas irão produzir comportamentos e posturas corporais, assim como um maior ou menor bem-estar.

Suas palavras e pensamentos contribuem para sua saúde ou sua doença.

Uma pessoa que está sempre com o rosto fechado provavelmente não tem muitos pensamentos alegres e amorosos. Os rostos e corpos dos mais velhos mostram claramente como foi sua vida e seus comportamentos.

Pare um pouco e pense: que aparência eu vou ter quando entrar na terceira idade?

Como acredito que todos nós nascemos com o direito de ser completamente saudáveis e satisfeitos em todas as áreas de nossas vidas, quero ajudar você a conquistar esse direito agora.

Algumas das coisas que vou sugerir talvez pareçam simples demais, mas fique sabendo que estas idéias foram testadas muitas vezes com enorme sucesso.

Elas funcionam de verdade.

Antes de continuar a ler este texto, repare no seu corpo.

Coloque-se numa posição confortável, respire fundo e procure relaxar.

Abra-se para acolher todas as idéias, aceitando apenas as que se aplicam ou fazem sentido para você.

Acredito que toda doença é uma criação própria.

É claro que não dizemos quero ter tal doença, mas criamos um Ambiente mental que faz com que a doença apareça e se desenvolva.

Volto a repetir: nossos diálogos interiores provocam reações em cada célula do corpo.

Ouvi um médico dizer recentemente: "Se um cirurgião operar um paciente sem fazer coisa alguma para ajudar a descobrir e curar a causa da doença, ele estará apenas adiando o problema, pois o paciente criará um outro mal-estar."

Não basta tratar o sintoma. Precisamos eliminar a causa da doença.

E para isso precisamos penetrar no lugar, dentro de nós mesmos, onde o processo teve início.

Somos profundamente responsáveis por quase todas as experiências por que passamos em nossas vidas.

Tanto as melhores quanto as piores.

Porque, como já disse, somos nós que criamos nossas experiências através dos pensamentos que temos e das palavras que pronunciamos.

O universo apóia completamente nosso diálogo interior.

Nosso subconsciente aceita como verdade aquilo em que escolhemos acreditar.

Isto significa que o que acredito ser verdade a meu próprio respeito e a respeito da vida se tornará verdade para mim.

Essa é uma escolha que você faz.

É claro que os pensamentos vêm à cabeça sem nosso controle, mas, ao reconhecê-los, você pode alimentá-los ou procurar desapegar-se deles, tentando olhar a realidade de outra perspectiva.

Temos também o impulso de pronunciar certas palavras, mas somos capazes de silenciá-las ou substituí-las por outras mais amorosas, impregnadas de compreensão e tolerância.

O que pensamos e sentimos a respeito de nós mesmos e de nossa vida formou-se desde criança, pelas reações e comportamentos dos adultos que nos rodeavam.

Assim, se você viveu com pessoas assustadas ou com pessoas extremamente infelizes, aprendeu uma porção de coisas negativas a seu próprio respeito e a respeito da vida.

E é possível que ainda acredite nelas.

Não estou dizendo isso para que culpemos nossos pais. Eles provavelmente foram vítimas de seus próprios pais e não podiam nos ensinar o que não sabiam.

Se sua mãe não gostava dela mesma e se seu pai não sabia ser carinhoso e atento, eles não teriam condições de ensinar você a se amar e a se tratar com carinho e atenção.

Por mais bem intencionados que fossem.

Acredito que escolhemos nossos pais. Cada um de nós decide encarnar neste planeta em épocas e locais específicos. Fazemos assim porque estamos neste mundo para aprender as lições que nos farão avançar em nosso caminho espiritual.

Para isso, escolhemos nosso sexo, nossa cor, nosso país e as pessoas que nos farão ter as experiências de que precisamos para evoluir.

Muitas vezes, quando crescemos, acusamos nossos pais e nos queixamos: "foi você quem fez isto comigo, a culpa é sua".

Mas, na verdade, nós os escolhemos, porque era com eles que podíamos viver aquilo que queríamos aprender a superar.

Passamos a vida criando experiências que combinem com as crenças adquiridas na infância.

Olhe para trás e observe quantas vezes você passou pelo mesmo tipo de relacionamento e pela mesma qualidade de problema.

É bem possível que você tenha criado essas experiências repetidamente porque elas refletem o que você pensa a seu respeito.

Mas não adianta ficar remoendo os problemas do passado, porque é o momento presente que importa.

O que aconteceu no passado, até este momento, foi criado por você, com seus próprios pensamentos e antigas crenças, sem que você se desse conta.

Mas o que você escolhe pensar, acreditar e dizer hoje, neste exato lugar, neste exato momento, está criando o seu futuro.

Seu diálogo interior de agora está criando o seu amanhã, a semana que vem, o próximo mês e o ano que vem.

Então, preste atenção no que você está pensando neste instante. Você quer que este pensamento crie o seu futuro?

Ele é negativo ou é positivo? Observe, preste atenção.

Não existe certo ou errado no que pensamos, e volto a dizer que não quero nunca explorar o sentimento de culpa. Pelo contrário, quero eliminá-lo, porque ele paralisa e não faz crescer.

Estou querendo apenas que você entre em contato com o que está pensando, porque, em geral nós tomamos muito pouca consciência do que se passa em nossas mentes e em nossos corpos.

Só prestamos atenção quando ficamos doentes ou quando sentimos dor.

E, se não sabemos o que está se passando dentro de nós, como poderemos mudar?

Louise Hay

Fonte: http://louisehay.wwwhubs.com/